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Inovação para contratar profissionais de alta performance
20 concorrentes participaram da terceira fase, em Joinville, mas só 12 conseguirão uma vaga para a disputa final
Depois de duas etapas em São Paulo, os concorrentes do Desafio Pollux, que buscam uma vaga na equipe de Negócios na joinvilense Pollux, estiveram em Joinville durante todo o final de semana para conhecer a sede da empresa e realizar mais uma etapa de testes e dinâmicas. Deste encontro apenas 12 pessoas serão selecionadas para participar da última etapa, que acontece na capital paulista de 27 a 30 de maio.
Nesta fase, os desafiantes tiveram que enfrentar duas etapas: uma escrita e uma prática. Depois de passar por árduos testes escritos em que precisavam apresentar as habilidades de negociação e o equilíbrio psicológico diante das situações tensas, os concorrentes enfrentam uma batalha, literalmente.
Divididos em quatro equipes – azul, preta, branca, e cinza – precisavam neutralizar o ataque dos times adversários e conseguir conquistar a base que pertencia aos outros jogadores. As armas? Raciocínio rápido e trabalho em equipe.
"Precisávamos de uma dinâmica em que os participantes realizassem uma competição. Mas necessitávamos, também, observá-los mais de perto nos momentos em que elaboravam as estratégias do jogo", explica José Rizzo Hahn Filho, presidente da Pollux. Durante a atividade, as equipes foram acompanhadas, de perto, pelos diretores da empresa.
A alta qualificação dos participantes do Desafio Pollux superou todas as expectativas da diretoria da organização. "É uma feliz surpresa saber que temos tantas possibilidades interessantes e pessoas comprometidas em fazer parte da nossa equipe", comenta Rizzo.
Animados durante a batalha, os participantes não mediram esforços e suaram a camisa na primeira competição do processo de seleção. Foram quase duas horas de atividade no campo de futebol da Univille. "Não tínhamos idéia do tempo que a batalha levaria. Tudo dependeria das estratégias adotadas pelos times. E, quanto mais o tempo passava, mas as equipes adequavam as estratégias e conseguiam defender melhor a base que lhes pertencia. Foi uma ótima oportunidade para identificar as habilidades e personalidades que nos interessam", conclui Rizzo.
20 concorrentes participaram da terceira fase, em Joinville, mas só 12 conseguirão uma vaga para a disputa final
Depois de duas etapas em São Paulo, os concorrentes do Desafio Pollux, que buscam uma vaga na equipe de Negócios na joinvilense Pollux, estiveram em Joinville durante todo o final de semana para conhecer a sede da empresa e realizar mais uma etapa de testes e dinâmicas. Deste encontro apenas 12 pessoas serão selecionadas para participar da última etapa, que acontece na capital paulista de 27 a 30 de maio.
Nesta fase, os desafiantes tiveram que enfrentar duas etapas: uma escrita e uma prática. Depois de passar por árduos testes escritos em que precisavam apresentar as habilidades de negociação e o equilíbrio psicológico diante das situações tensas, os concorrentes enfrentam uma batalha, literalmente.
Divididos em quatro equipes – azul, preta, branca, e cinza – precisavam neutralizar o ataque dos times adversários e conseguir conquistar a base que pertencia aos outros jogadores. As armas? Raciocínio rápido e trabalho em equipe.
"Precisávamos de uma dinâmica em que os participantes realizassem uma competição. Mas necessitávamos, também, observá-los mais de perto nos momentos em que elaboravam as estratégias do jogo", explica José Rizzo Hahn Filho, presidente da Pollux. Durante a atividade, as equipes foram acompanhadas, de perto, pelos diretores da empresa.
A alta qualificação dos participantes do Desafio Pollux superou todas as expectativas da diretoria da organização. "É uma feliz surpresa saber que temos tantas possibilidades interessantes e pessoas comprometidas em fazer parte da nossa equipe", comenta Rizzo.
Animados durante a batalha, os participantes não mediram esforços e suaram a camisa na primeira competição do processo de seleção. Foram quase duas horas de atividade no campo de futebol da Univille. "Não tínhamos idéia do tempo que a batalha levaria. Tudo dependeria das estratégias adotadas pelos times. E, quanto mais o tempo passava, mas as equipes adequavam as estratégias e conseguiam defender melhor a base que lhes pertencia. Foi uma ótima oportunidade para identificar as habilidades e personalidades que nos interessam", conclui Rizzo.






























